Empresa chinesa investirá na preservação de sítio arqueológico do Rio

O Cais do Valongo era o ponto de chegada dos escravos africanos no Brasil durante o século XIX e foi tombado em 2017 como patrimônio mundial da UNESCO
Por Administrador

 

A companhia chinesa State Grid irá investir na preservação do Cais do Valongo, um sítio arqueológico de muita importância histórica localizado no centro da cidade do Rio de Janeiro. O local era o ponto de chegada dos escravos africanos no Brasil durante o século 19 e as suas ruínas foram descobertas durante a reforma da área portuária como parte dos preparativos da capital carioca para hospedar os Jogos Olímpicos de 2016.

Com a verba doada pela empresa da China ajudará a restaurar o local e transformá-lo em um museu aberto, com uma nova iluminação cênica, sinalização e câmeras de segurança, o que permitirá que os visitantes tenham um melhor entendimento sobre o local, que foi tombado como patrimônio mundial da UNESCO em 2017.

De acordo com o secretário municipal da Cultura do Rio, Adolfo Konder, também será lançado um projeto educacional que terá como objetivo engajar os estudantes e visitantes a entender melhor a importância do Valongo, especialmente para os brasileiros de origem africana. “É um lugar por onde passaram os ancestrais que formaram o nosso povo e uma grande parcela da nossa cultura brasileira. É preciso que a população conheça essa história”, explicou ele.

Publicado em: 26/09/2019

Mais Relevantes

Do ônibus elétrico ao DNA: tecnologia chinesa avança no Brasil

Do ônibus elétrico ao DNA: tecnologia chinesa avança no Brasil

Um hotel no Panamá acaba de fazer um novo pedido de robôs chineses de atendimento para reforçar sua equipe, parte de uma onda mais ampla de expansão de empresas de tecnologia da China pela América Latina, que já inclui ônibus elétricos nas ruas brasileiras, data...

Streaming chinês expande no Brasil com parcerias na TV aberta

Streaming chinês expande no Brasil com parcerias na TV aberta

A iQIYI, plataforma de streaming chinesa conhecida como a "Netflix da Ásia" por reunir produções da China, Coreia do Sul, Tailândia e outros países da região, deu mais um passo para se aproximar do público brasileiro: depois do acordo de coprodução com a Band,...

0 comentários

Enviar um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *